Sexo é bom. Ótimo as vezes, dependendo de quem é a companhia, of course.
Provar um bom prato, sem luxo nem sofisticação, apenas uma comida bem
feita e deliciosa. Tomar um bom vinho, na temperatura certa. Um bom
uísque sem frescuras. Ou até um copo com água. Ler um livro. Deitar e
dormir. ir ao banheiro quando se está 'apertado'.
Tudo isso é muito bom. Está e faz parte na vida.
Agora, quando vc consegue sentar, mesmo no chão duro, respirar profundamente, fechar os olhos e sentir ao menos um minuto de Paz....isso sim é estar bem consigo mesmo(a).
Mesmo com as pedras do caminho (jogadas por mim, diga-se de passagem), a
experiência adquirida com os aniversários comemorados, me dá a
tranquilidade necessária para sentar no meu velho tapete aqui neste chão
e ter esse um ou dois minutos.
Aí, sexo, comida, bebida, descanso, leitura, etc.. se tornam fatos com a devida importância. Nem mais, nem menos.
Vc consegue sentar no chão ?
terça-feira, 15 de novembro de 2016
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
A caminho da
padaria vejo a Vitória, vizinha aqui de casa.
Aliás,
impossível não distingui-la no meio de uma multidão, se isso acontecesse.
Mulher
atraente, bonita, sinuosa em todos os sentidos. Gostosamente gostosa.
Atrai
atenções. Fato indiscutível.
Com um vestido
daqueles do tipo ‘me puxa pra baixo que pra cima eu vou sozinho’, lá estava ela
na esquina.
Bolsa de
grife a tiracolo olhando nervosa, mas disfarçadamente para os lados.
Mesmo com
óculos escuros, quem a conhece, sabe que é ela.
Correm
boatos, diz-que-diz, conversas a meia boca. Sabe como é né ?
Uma mulher
daquelas, casada com um cara como o Fonseca, só podia dar nisso.
Vitória não
deveria ser o nome dela, mas sim o adjetivo na vida dele...
De repente,
do nada, para um carrão. Daqueles.
O vidro
abaixa, ela segura o rabo do vestido ao abaixar, percebe-se que trocam algumas
palavras.
Um discreto
sorriso, ela entra no carro e saem.
Começa a
chuviscar.
Os habitués
do balcão da padoca iniciam o falatório entre um gole e outro. O português,
dono da padaria, gesticula os braços traçando um violão no ar e depois trazendo
esse etéreo violão para junto seu próprio corpo. Todos riem.
Cacete, era
um Uber. Ô gente poluída !
Assinar:
Postagens (Atom)





























